mardi 12 juin 2012

Oh PAÎS dos DOUTORES!

Como o texto em baixo provocou alguma polémica, autonomizo aqui uma resposta que deixei a quem critica o facto de eu dar destaque no meu trabalho aos filhos de portugueses que andam na polîtica em França. 
Fica mesmo assim com escrita automàtica (e acentos franceses), às três pancadas: "POIS FIQUEM A SABER QUE NA FUTURA ASSEMBLEIA FRANCESA VAI HAVER PELO MENOS UM "AVEC" como vocês ai chamam os emigras... 
Aconselho o pessoal a prestar mais atenção: hà muitos que são DOUTORES, DOUTORADOS e etc.... portanto, quando virem um emigra nas vossas terras tenham calma, pensem um pouco e aceitem, và là, ver-se ao espelho: PORTUGAL é UM PAIS DE EMIGRANTES... 
Mas, em pouco tempo, poucos anos, muitos dos filhos subiram na escala, e são jà DOUTORES oh Paîs de Doutores... 
Se os pais tivessem ficado por ai, os seus filhos não tinham saido da cepa torta porque Portugal não é um pais que facilite a vida aos pobres que nasceram em berço pobre....
A saga dos emigrantes portugueses é um exemplo, a dos doutores que ficaram acho que não é assim tanto...."
Resposta de Daniel Ribeiro a um dialogo no facebook

jeudi 5 avril 2012

Mas afinal que vida é a nossa?

O ensino nas Comunidades? Embora não seja perito nesta matéria sempre vou dar a minha achega, pois força é de constatar que o o ensino do Português tem sempre sido muito maltratado por todos! Há muito tempo...

Maltratado pelos Governos que, banalizando a existência de tantos milhares de portugueses por esse mundo fora, vai também banalizando a própria Língua Portuguesa, como se nem essa Pátria podéssemos conservar quando saímos do País. Esta atitude levou muitos homens de boa vontade a organizar cursos nas associações ou a criar associações para dispensar cursos. Honrosas decisões que no entanto muitas vezes também maltrataram o ensino, fazendo muitas crianças perder horas da sua juventude, para aprender uma língua mal ensinada, por professores incompetentes e em associações sem meios. É bom que se saiba que muitas associações queriam “dar Português” ou “dar Escola” para não ficar atrás das que já o faziam. Normalmente nestes casos o ensino era (é?) maltratado! Rendo já de seguida homenagem aos dirigentes associativos que promoveram o ensino, com dificuldades mas com muito mérito, sabendo escolher os professores e com objectivos de resultados, sem pensar no belo efeito que isso daria para o seu ego; houve bastantes felizmente. A Coordenação do Ensino, em muitas ocasiões coordenando mal ou não coordenando coisa nenhuma, também maltratou o ensino. Os professores autoproclamados que enganaram as associações par ganhar “pipas de dinheiro”, maltrataram tudo e todos menos os seus “pés de meia”. O Governo Francês também maltratou o nosso ensino pois sempre avançou em marcha atrás nas negociações que se iam tentando fazer. Os pais dos alunos que, ou por não medirem a importância ou por desleixo, não ajudaram aqueles que tentavam melhorar a situação. O Acordo (?) Ortográfico sem nexo que nos vai sendo impingido maltrata também a Língua Portuguesa. E agora, para cúmulo, vem um novo Governo, ainda com mais desprezo pelos portugueses que vivem fóra do país, sabordar os postos de trabalho dos professores, sem respeito por nada nem por ninguém, sob pretexto de reorganização e de economia...

“A propósito de economias, passem para cá 120€, que é para isso que vocês servem!”

Por Aurélio Pinto, para o Lusojornal n° 77

vendredi 10 février 2012

“Excellence d’un Immigré intégré”

Hoje assiti no Consulado Geral de Portugal em Paris ao lançamento do livro de António de Sousa, “Excellence d’un Immigré intégré” editado pelas Editions Mers du Sud. Ainda não li o livro, por isso só posso falar no simpatico ambiente que reinava no Consulado, como sempre, sob o impulso do Cônsul Geral, Dr. Luís Ferraz. Como lá encontrei o Editor, Manuel da Silva, também autor de um outro livro sobre a emigração, “O Gaiteiro”, que conta a história (que traduzi para português) da vinda a salto de seu pai para França, e depois as peripécias a que segunda guerra o obrigou. Como Manuel da Silva fez uma “óptima publicidade” ao livro de António de Sousa, aconselho-vos a ler os dois...

vendredi 3 février 2012

Gostei de ver no Facebook


Vasco Graça-Moura deu ordem aos serviços do CCB para não aplicarem o Acordo Ortográfico.

Os deputados do PSD pelos Açores na AR desafiaram o governo a não aplicar o Acordo Ortográfico. Concordo com todos e aplaudo.

E só lamento, como militante do PS e ex-deputado do PS, que tenha sido um governo PS a aprovar este aborto ortográfico.







Luiz Fagundes Duarte