Paris - 13/03/2010 - Dando uma vista de olhos pela imprensa na Internet, não pude deixar de ver as notícias (e vídeos) sobre o 32° Congresso do PSD.
Como não podia deixar de ser logo ao início, a Dra. Manuela Ferreira Leite, perante uma sala meia vazia, atacou o PS.
Parece ser o grande objectivo da sua vida, atacar o PS e o Primeiro Ministro.
Durante as últimas eleições não fez outra coisa, tentando com isso esconder a carência de Projecto para o País. Hoje os argumentos são os mesmos, o PS só faz disparates, volta a traz com as decisões, em suma um punhado de patetas que não sabem o que querem nem o que fazer, de tal modo estão atravancados nas “malhas de interesses” e outras “nebulosas”.
Tudo isto explicado num congresso “legítimo” para reflectir sobre a “situação real do país” onde a presidente do PSD fez um balanço positivo deste seu último mandato e mostrou orgulho pelo legado de “credibilidade” com que gratificou o partido. Afinal em Portugal nem tudo é negativo, há pois pelo menos uma pessoa contente com o trabalho da Dra. Manuela Ferreira Leite: ela própria.
Mas se formos ver bem as coisas, há outras leituras:
Atacar o Eng. José Sócrates e o Partido Socialista, valeu-lhe perder as eleições legislativas e regionais. Ponto final! Porquê? Certamente porque acusar sem provas não pega para quem tem a consciência tranquila, do que resulta que as “nebulosas, malhas e interesses” só servem para dar trabalho os jornalistas.
Por outro lado as reformas, as decisões, a luta contra a crise mundial que nos apanhou de chofre, com tanto mais intensidade que Portugal não tem os meios de um grande país, foram (e continuam a ser) tomadas pelo Governo Socialista e pelo seu leader, que têm sabido adaptar-se às situações e tomar em conta as sugestões positivas que lhes são feitas.
É certamente porque Portugal já percebeu que se tudo não está muito bem, sem o PS e o seu Governo a situação seria ainda muito pior. O País sabe que os Congressos do PS reúnem milhares de pessoas, solidárias e entusiastas, com vontade de ajudar a levar para diante o seu Plano de Governação. É certamente por isso que o PS nunca teve tantos autarcas como agora e não admira pois, que as últimas sondagens confirmem a 56%, que o Primeiro Ministro deve continuar no cargo e que o Governo deve ir até ao fim do seu mandato.
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