Junho
de 2013
No passado dia 15 de junho pelas 14h30, ocorreu na Maison de la Mutualité em Paris o Forum dos progressistas europeus, numa organisação da fundação Jean-Jaurès, da Fundação Europeia dos estudos progressitas e do Partido Socialista francês. O Secretário Geral do Partido Socialista, António José Seguro, participou na primeira mesa redonda deste Forum – "Reorientar a Europa para o crescimento e o emprego" – composta também por: Catherine Trautmann, deputada europeia, Guglilmo Epifani, secretário nacional do Partido Democratico, Évangelos Venizelos, presidente du PASOK, Bernadette Ségol, secretária geral da CES, Emma Reynolds, deputada britânica e Alfredo Perez Rubalcaba, secretário geral do PSOE. Participaram também Ernest Stetter, secretário Geral da FEPS (moderador), Gilles Finchelstein, director geral da Fundação Jean-Jaurès (restituição das perrguntas dos internautas) et Hannes Swoboda, presidente do grupo S&D no Parlamento europeu. Todos os intervenientes foram unânimes quanto à necessidade de reconstruir uma Europa solidária, abandonando as actuais políticas expeculativas do Banco Central, viradas para o investimento que conduza ao emprego. Que as decisões tomadas no âmbito da União Europeia fossem postas em prática rapidamente para serem eficazes, pois a perca de tempo é factor de agravamento de qualquer crise. Rubalcaba sugeriu com algum humor que "talvez bastasse voltar ao espírito de há trinta anos e aplicar o que François Holande disse o ano passado...", por sua vez António José Seguro, de maneira mais concreta, sugeriu entre outras ideias, que a União Europeia fixasse como objectivo que não existam países com uma taxa superior a 11% (actual média Europeia) e que a partir de 2020 as despesas inerentes ao desemprego sejam assumidas da seguinte forma: até aos 11%, pelo próprio país e o excedente pela União Europeia. Disse António José Seguro que "o meu objectivo não é de colocar a UE a subsidiar o desemprego" mas sim, desta forma, incentivar os líderes europeus a encararem a criação de emprego como "a primeira das prioridades". O Secretário do PS, não pretendendo "alimentar a cultura das sanções" realçando tratar-se de "um forte incentivo ao combate ao desemprego", relembrando também que a UE , exige sanções quando não são cumpridos os objetivos fixados para o défice e a para dívida pública... "e se a UE tem sanções para quem não cumpre as regras do défice e da dívida, por que razão não há de ter uma sanção caso o desemprego não se situe, por exemplo, abaixo dos 11%, a média atual da UE?", perguntou. Em Abril a taxa de desemprego atingiu um novo record de 17,8%, tendo o desemprego jovem subido para 42,5%.
Estiveram
também presentes neste Forum Jacques Delors, antigo Presidente da
Comissão Europeia, que tomou a palavra para analisar de maneira
magistral a situação em que se encontra a UE e aconselhar os
líderes a "não ter medo" do futuro; Martin Schultz,
Presidente do Parlamento Europeu e Harlem Désir, Primeiro Secrtário
do Partido Socialista francês.
Na
segunda mesa redonda "Contruir a Europa de amanhã: um novo
modelo democrático, social e ecológico", participaram:
Jean-Louis Bianco, antigo ministro, Gilles Finchelstein, Massimo
D'Alema, presidente da FEPS, Jean-Christophe Cambadélis, Secretário
Nacional Europa (PS francês), A.P. Rubalcaba, Attila Mesterhazy,
presidente do MszP, Zita Gourmai, Presidente do PS Mulheres (França)
e Bruno Tobback, Presidente do SPA.
António
José Seguro, acompanhado por João Assunção Ribeiro, Secretário
Nacional para as Relações Internacionais e Cooperação, tinha
participado pela manhã numa reunião de líderes dos vários países.
Foi ainda recebido após o Forum por François Hollande e terminou o
dia num un jantar de trabalho com os Corrdenadores das Secções de
Paris e Metz, a quem deixou a seguinte mensagem para a Comunidade:
"Precisamos
muito que os portugueses das comunidades continuem a acreditar em
Portugal. Que tragam ânimo, ideias e investimento para ajudar o
nosso país.
Da
minha parte tudo farei para retribuir através do acompanhamento da
vossa situação e da resolução dos vossos problemas."
Só
um homem diferente pode trazer uma esperança a Portugal, fazer que
as reais forças deste país se unam e descubram o caminho!
É
com toda a esperança que acredito que os portugueses se apercebam
antes do dia 23 de Janeiro de 2011, que é a escolha pragmática de
Manuel Alegre para Presidente que nos porá no bom caminho.
Aurélio Pinto
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