Outubro de 2010
No
passado dia 5 de Novembro ocorreu o primeiro jantar da Academia do
Bacalhau de Paris, desta vez no Restaurante La Safrannée, do
Compadre Victor Ferreira, em La Défense.
Vale
a pena realçar a qualidade da refeição a cargo da Chefe Roxo que
mais uma vez nos surpreendeu pela positiva, mesmo jogando fora do seu
contexto habitual.
Perante uma forte assistência de Compadres e algumas Comadres, o jovem Presidente agitou a sineta para agradecer a presença de todos e para fazer um breve mas modesto rescaldo do Congresso, agradecendo aos que acreditaram, ajudaram e participaram, embora por variadas razões alguns não o tenham feito em todas as direcções.
Nesta ocasião foram também homenageados alguns compadres fundadores da Academia de Paris, que por sua vez felicitaram o Presidente pelo seu trabalho e coragem para assegurar o sucesso do Congresso Parisiense e trouxeram algumas informações de outras Academias que visitaram e aonde o evento de Paris foi assinalado como tendo sido o melhor de sempre.
Depois de proferidas as belas palavras resta o jantar em si. Mais um momento de boa disposição em que só se pode lamentar a duração e o facto de não haver possibilidade de alargar as conversas dado que as mesas engendram grupos e assim a comunicação é difícil.
Quase no fim deste serão foram entronizadas as duas primeiras Comadres desta Academia, a D. Antónia Gonçalves e a jovem Christelle Oliveira, dando assim mais uma razão para felicitar esta Direcção que está definitivamente virada para o futuro.
Após um êxito como o deste Congresso e a expansão flagrante do número de Compadres, agora também com o dinamismo catalisador de Comadres, tem esta Direcção da Academia de Paris a alta responsabilidade de ser exemplar, quer na sua organização interna, tornando os Jantares mais atractivos, não só pela qualidade mas também pelas animações a prever, quer estruturando as actividades de beneficência e de relações com as outras Academias e o público em geral, seguindo objectivos previamente traçados com transparência.
Acreditemos
na capacidade de quem a governa e na participação das Comadres e
Compadres para que, com ventos favoráveis, a Companha leve o barco a
bom porto.
Aurélio Pinto
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