mardi 31 décembre 2013

Soirée d’Excellence chez Flora

Soirée d’Excellence chez Flora
Setembro de 2011

O livro de António de Sousa, “Excelence d’un immigré intégré” é de facto excelente.
Primeiro porque está bem escrito e bem contruído, depois porque trata um aspecto da imigração de maneira singular o que lhe dá um volume que o destaca no meio de tantos, mesmo de autores conceituados, que normalmente não conseguem convencer o leitor com experiência no domíno. Mas não reduzamos este livro a uma história de um miúdo que queria ser francês para saír da miséria portuguesa em que viveu nove anos, ignorando quem lhe recordava as origens, fossem eles de que
nacionalidade fossem. Trata-se da história de um jovem altamente ambicioso, que
rebaixava, sacudia e eliminava, quantos se lhe opusessem ou somente se essa
atitude lhe desse oportunidade, de se içar ao nível de “Excelência” tão desejado. Como qualquer indivíduo assim motivado, a sua atitude é transversal, por isso patente na vida familiar, em todas as circustâncias do dia a dia e principalmente no meio profissional. Todos os meios são bons desde que ajudem a subir; aqui o autor encontrou uma “ Confraria” que apesar de ser ficção não nos deixa sem reflectir...
A arte do autor consiste em obrigar-nos a simpatizar com um herói com dentes de
“riscar o chão” que não passa de um verdadeiro “tête à claques”.
Ainda bem que apareceu o senhor Cornichon... mas mais não digo.
A ler de um trago.

Excellence d’un Immigré intégré”


Hoje assiti no Consulado Geral de Portugal em Paris ao lançamento do livro de António de Sousa, “Excellence d’un Immigré intégré” editado pelas Editions Mers du Sud. Ainda não li o livro, por isso só posso falar no simpatico ambiente que reinava no Consulado, como sempre, sob o impulso do Cônsul Geral, Dr. Luís Ferraz. Como lá encontrei o Editor, Manuel da Silva, também autor de um outro livro sobre a emigração, “O Gaiteiro”, que conta a história (que traduzi para português) da vinda a salto de seu pai para França, e depois as peripécias a que segunda guerra o obrigou. Como Manuel da Silva fez uma “óptima publicidade” ao livro de António de Sousa, aconselho-vos a ler os dois...
Aurélio Pinto


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