mardi 31 décembre 2013

Mas afinal que vida é a nossa?

Abril de 2012

O ensino nas Comunidades? Embora não seja perito nesta matéria sempre vou dar a minha achega, pois força é de constatar que o o ensino do Português tem sempre sido muito maltratado por todos! Há muito tempo...
Maltratado pelos Governos que, banalizando a existência de tantos milhares de portugueses por esse mundo fora, vai também banalizando a própria Língua Portuguesa, como se nem essa Pátria podéssemos conservar quando saímos do País. Esta atitude levou muitos homens de boa vontade a organizar cursos nas associações ou a criar associações para dispensar cursos. Honrosas decisões que no entanto muitas vezes também maltrataram o ensino, fazendo muitas crianças perder horas da sua juventude, para aprender uma língua mal ensinada, por professores incompetentes e em associações sem meios. É bom que se saiba que muitas associações queriam “dar Português” ou “dar Escola” para não ficar atrás das que já o faziam. Normalmente nestes casos o ensino era (é?) maltratado! Rendo já de seguida homenagem aos dirigentes associativos que promoveram o ensino, com dificuldades mas com muito mérito, sabendo escolher os professores e com objectivos de resultados, sem pensar no belo efeito que isso daria para o seu ego; houve bastantes felizmente.
A Coordenação do Ensino, em muitas ocasiões coordenando mal ou não coordenando coisa nenhuma, também maltratou o ensino.
Os professores autoproclamados que enganaram as associações par ganhar “pipas de dinheiro”, maltrataram tudo e todos menos os seus “pés de meia”.
O Governo Francês também maltratou o nosso ensino pois sempre avançou em marcha atrás nas negociações que se iam tentando fazer.
Os pais dos alunos que, ou por não medirem a importância ou por desleixo, não ajudaram aqueles que tentavam melhorar a situação.
O Acordo (?) Ortográfico sem nexo que nos vai sendo impingido maltrata também a Língua Portuguesa.
E agora, para cúmulo, vem um novo Governo, ainda com mais desprezo pelos portugueses que vivem fóra do país, sabordar os postos de trabalho dos professores, sem respeito por nada nem por ninguém, sob pretexto de reorganização e de economia...
A propósito de economias, passem para cá 120€, que é para isso que vocês servem!”
Aurélio Pinto


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